Pular para o conteúdo principal

Dia da nostalgia

Hoje foi o dia da nostalgia. Mesmo eu acreditando que amanhã será mais ainda.
Começou com a minha conversa normal com a minha amiga Bruna. Ela começou, ano passado, a estudar na mesma escola que eu fiz meu Ensino Médio. Por mais que muitos professores sejam diferentes - o que me deixa, sempre, com uma sensação de desconhecimento - nós ainda trocamos muitas 'figurinhas' a respeito dos que temos em comum. Esse ano, ela terá meu professores favoritos, os que mudaram, realmente, minha vida. Ela tem a Sis que, sem dúvida, foi quem mais me incentivou e que mais influenciou a minha decisão de ser professora - é uma das poucas que tenho contato até hoje e por quem eu nutro um carinho mais do que especial.
Depois, olhando o blog da minha companheira de faculdade, Valéria, veio a saudade da faculdade. Como eu disse e continuo dizendo, sorry, mas eu não sinto lugar daquele lugar e nem da maioria das pessoas. Tirando a Val e a Anna, minha orientadora, as pessoas pelas quais eu realmente poderia sentir falta, eu tenho encontrado sempre. Ou seja, não sinto falta delas. Mas pensar em tudo que a gente passou, nos trabalhos, nas brigas, na união. Isso me deixa um leve sentimento de nostalgia.
É,amanhã é dia de visita e eu acredito que eu ficarei mais nostalgica do que hoje. Mas, é a vida...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O segundo semestre de 2016 foi, provavelmente, o tempo mais desafiador da minha vida. Foi o início do meu processo de mudança, e também a época das minhas crises mais fortes. Em poucos meses, perdi as contas de quantas vezes acordei em meio a um ataque de pânico. Mas foi também o momento em que resolvi que aquilo não era normal e que estava cansada de viver presa a tudo aquilo; era hora de mudar, nisso também. A partir de então, fui buscando saídas, técnicas, possibilidades de mudança, de melhora. A vida foi me ajudando e me apontando caminhos; hoje, muitos deles são os que me salvam nos momentos de sofrimento. O que faço? 1. Terapia - não foi a primeira técnica que tentei, mas é o topo da lista porque hoje sei que não posso viver sem. É meu maior investimento em mim mesma e na minha saúde. Desde a adolescência falava de ir para a terapia, mas cresci em uma família que acredita(va) que doenças psicológicas eram bobagem ou frescura; além disso, sempre tive dificuldade em falar dos m...

Amigas!

Depois de tempos sem postar, mais uma vez, um post sobre amizade no blog da minha amiga Normanda me incentivou a voltar. Amiga, obrigada! Lá, ela escreveu sobre uma amiga, a qual a atura e com quem se encontrou hoje. Lendo o que ela escreveu, eu lembrei, detalhadamente, de minhas amigas, das antigas e das novas, das distantes e das próximas, das que eu vejo ou falo quase todos os dias e das quais eu morro de saudades. Todas elas, com certeza, são extremamente importantes para mim, só pelo simples fato de existirem. Algumas, eu sei que posso contar para tudo, e contar sobre tudo. Algumas, são as minhas salvadoras intelectuais, outras, de animo. Algumas eu falo sobre coisas boas e outras sobre coisas ruins. E há aquelas que eu falo de tudo. Em quesito de amizade, esse ano foi um ano extremamente importante. Ganhei meus 3 lindos presentes - Cris, Thais e Amanda; renovei laços de amizade, como com a Ci e a Gisa; percebi, com a Nath, que a distância realmente não mata a amizade e a importa...

Convivendo com a ansiedade generalizada - um relato

Quando você procura por "Ansiedade generalizada" ou "Crise de ansiedade" no Google, você se depara com textos falando dos sintomas dessa doença, com sugestões de tratamento, com descrições médicas e tantas outras coisas do gênero. Mas o que você não encontra são os medos, as dores, os pensamentos, os sofrimentos; você não encontra a luta eterna, diária, a luta para sair da cama, para viver mais um dia ao invés de sobreviver a mais um dia. E ai você pensa: será que sou só eu assim? Cada vez que tenho coragem de falar em um grupo aquilo que sinto, aquilo que penso, as vezes em que fiquei travada em um lugar por medo de ir a diante, as crises de pânico, os pensamentos de morte, o sofrimento por decepcionar o outro, o medo do futuro...cada vez que eu tenho coragem de dizer as outras pessoas aquilo que passo, percebo que não, não estou sozinha. Escrever esse texto que para muitos parecerá bobagem é, para mim, uma técnica de salvação. Colocar para fora é meu alívio, e p...